Meninas de área local

Trabalhando no projeto de um quarto infantil para meninas de 12 metros quadrados, deve-se lembrar sobre o espaço. A liberdade de movimento sobre a sua área deve ser máxima. Para aliviar a situação, você pode usar mais ativamente as superfícies das paredes. Eles podem acomodar muitos itens funcionais, até as prateleiras da cama. Duas meninas brasileiras, de apenas 11 e 12 anos, foram brutalmente executadas a tiro e uma delas teve ainda a garganta cortada em mais um crime que a polícia julga estar ligado a uma guerra entre duas facções rivais que lutam pelo tráfico de droga na cidade de Rio das Ostras, no interior do estado do Rio de Janeiro. Local Economía Marítima ... Las Meninas, en el punto de mira del mejor arte ... Hemos creado para ti una selección de noticias de la ciudad y su área metropolitana para que las recibas en tu ... Efectivamente, se trata de Las meninas de Velázquez o La familia de Felipe IV como se la conoció originariamente cuando fue pintada en 1656. Su calidad artística resulta definitiva para que ... A concellería de Ensino e Participación Cidadá que dirixe Cristina Fernández abre fronteiras para que as trinta Meninas realizadas por colectivos e centros de ensino de toda a área metropolitana expoñan a súa beleza e creatividade nos diferentes concellos veciños. Área 149 Venta 92.000,00€ Ver propiedad. LOCAL EN CALLE LOS CARTEROS. BONITO Y VERSÁTIL LOCAL. Se trata de… Cuartos de baño ... Em um dia de calor, poderá ser usado a área externa da casa, caso não tenha área externa pode ser dentro de casa. Estique o tapete no local desejado, e caso queira a passarela pode ser decorado da forma que desejar. Incentive as meninas a montar um visual e conforme o caminhar da brincadeira, faça com que as meninas façam trocas de roupas ... Uma das meninas sobe em um dos caminhões com um motorista. Eles saem do local depois de uns dois, três minutos. A outra menina, que vestia uma jardineira e sandália de dedo, interage com os “bicicleteiros” que rondam o pátio. Anda de um lado para o outro até que aparece um motociclista. Baixe estes Vetor premium sobre Conceito de área de trabalho para as meninas. local de trabalho elegante. ilustração em vetor da moda., e descubra mais de 9 Milhões de recursos gráficos profissionais no Freepik

A QUEDA

2020.06.27 14:59 sara_dufazeuq A QUEDA

Olá luba,queridos editores,pessoal do reddit,gatas,papelões mortos e turma que está a ver,irei contar uma história de talvez mico que envolve sangue,muito inclusive. (se puder fazer uma voz de menina carioca de 13 anos chata pra gajalho).
Tudo começou quando meu tio decide criar um negócio,ele comprou um restaurante dentro de um clube (de piscina e tals) e chamou meus tios,primas e minha família para visitar,ir de graça no clube e comer de graça neah,tudo estava de boa,já tinha comido e já era de tarde umas 15hrs (num sei n me lembro muito bem,mas enfim),e eu,minha irmã e prima decidimos ir nas piscinas,depois de um tempo minha prima teve a brilhante ideia de brinca de pega-pega no local,eu como uma menina de 7/8 anos fiquei animada e disse: - vamos,vai ser legal dms!!! uhull!!! (na área das crianças tinha aqueles tatames que quando molha fica muito escorregadio,NÃO SEI PQ TINHA ESSA MERDA LA,MASOK) então minha prima fica como pegadora,e a desgraça acontece,eu me sentindo a the flash do paraguai correndo,passo pelo tatame escorregadio assim caindo de cara no chão (que alias DE PEDRA),e fico lá sem ter nenhuma reação,até que depois de uns 2 minutos jogada lá minha prima e minha irmã me levantam e ve meus 2 cotovelos sangrando,e meu joelho na carne viva,e tivemos que ir da área das crianças pro restaurante que era do outro lado do clube,e o pessoal que estava no clube ou ria ou falava: -coitadinha,uiiiiiiiiii,que queda hein menina.Chegando no restaurante minha mãe limpa tudo e me leva pra casa. Nunca mais fui naquele clube,até pq o restaurante faliu :/
foi essa a história pessoal do reddit e luba,espero que tenham goxtado...???? <3
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2020.04.25 21:43 Anootheer Me ajuda a achar esse jogo! PF

Eu não me lembro muito do nome/história do jogo, irei contar tudo que eu me lembro aqui! Eu acho que era um jogo para PS2, você podia escolher 4 personagens, 2 começavam na mesma área e os outros dois em outra área, vou contar mais detalhadamente de uma personagem em especifica que eu me lembro, ele tinha o poder de gelo, roupa verde (uma "bermudinha", camisa de manga longa verde e uma "boina" verde também) ela usava um cetro, amarelo. ela começava no mesmo lugar que o outro personagem que tinha poder de um furacão verde que pegava em quase todos os inimigos, como se fosse um pantano, porém acho que estava mais uma floresta. Os monstros dessa área pareciam ser uns bixinhos marrons, que pareciam uma estátua. Depois que você passava dessa "fase" ou área do mapa, todos os 4 personagens iam para o mesmo local, um castelo (vc só podia escolher um personagem e jogar apenas com ele, só para deixar claro, não aparecia os outros), nesse castelo eu me lembro que na cena mostra uma especia de "cupido" que fica do lado de uma mulher de cabelo preto e vestido roxo dentro do castelo enquanto ve você entrando no castelo. Agora chega a parte que eu mais bugo pois nunca passei desta parte, esse castelo era muito grande e nunca sabia o objetivo doq tinha que fazer lá dentro, só que quanto mais vc ficava lá dentro matando os monstros e andando por ele, mais e mais monstros apareciam, até um ponto que ficava impossivel matar mais. sobre os quatro personagens, 1 menina usava gelo e a outra menina poder de fogo. 1 menino usava o furacão verde e o outro raio
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2019.12.07 00:13 juliflau Ajudem uma universitária

Oi gente, boa noite
Não sei se é um local correto para pedir ajuda às vcs. Mas é o seguinte: tem muita coisa acontecendo na minha vida ao mesmo tempo, só tô segurando a barra graças ao meu namorado e ao meu psicólogo. Mas sim, meus planos pros próximos meses mudaram drasticamente.
Primeiro: Fui selecionada em um projeto de diversidade da Abragames para GDC 2020, em Los Angeles, California. É um dos maiores eventos sobre mercado de jogos do país (senão do mundo) e estou lá pra representar o grupo de desenvolvedoras da minha faculdade e oportunidade de viajar pra fora do país. Porém, a minha realidade não está muito favorável para que isso aconteça, então eu e as meninas estamos organizando uma vaquinha online (mais tarde eu posto o link da vaquinha). Como no ano passado, pra arrecadar e conseguir ir. Mas como não quero depender só das pessoas, estou procurando um emprego temporário pelas redondezas do estado do rio. Quem puder me indicar, serei eternamente grata.
E segunda coisa: Eu pedi transferência de curso (SIM!), por motivos que o curso não estava me fazendo bem e quero focar pra área que me interessa. Estou indo para Licenciatura de Computação, no IFRJ de Pinheiral. E como é longe pra dedeu e transporte público lá é precário, queria saber de alguém de lá que possa me acolher numa república na cidade mesmo ou no alojamento por um tempo até conseguir me estabilizar. (alô serra sul-fluminense)
E quem não puder ajudar, sugestões e ideias para seguir com a vida. De ontem para hoje foram 2 notícias incríveis que não esperava e vão mudar minha vida.
Muito obrigada gente, tenham um bom fim de semana :)
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2019.11.07 03:25 Mustafasustenido Completei 30 anos, virei mago e isso me abalou profundamente

Caros colegas redditors.
Buscarei a melhor forma de contar essa história aqui e farei um TL;DR no fim, mas tentarei não deixá-la massiva.
Então... venho de uma família classe média alta onde o que mais tive foi amor e carinho.
Em minha adolescência viajei bastante pelo mundo com minha família, estudei em uma escola excelente, fiz muitos amigos (alguns hoje são meus irmãos de vida) e posso dizer que foi o melhor período de minha vida.
Porém nunca consegui me relacionar com nenhuma mulher. Terminei o ensino médio sem nunca ter dado um beijo. Só tendo encostado na mão de uma menina 1x e passando por dezenas de rejeições (perdi as contas da quantidade de vezes que me apaixonei e não fui correspondido).
Sei que isso, em partes, se explica pelo fato de eu ter sido o ser humano mais magro (com saúde) que já conheci. Sem entrar em muitos detalhes meu IMC era por volta 13, eu era literalmente só o osso. Mais de 1,80m e menos de 50 kg (muito tempo depois descobri que é simplesmente a genética, mesmo malhando existe uma barreira pra meu peso e cada segundo de sedentarismo me faz emagrecer), exames perfeitos. No fim da adolescência entrei pra academia e consegui um corpo magro normal, porém o estrago na minha autoestima já estava feito (apesar de eu ter convicção que a qualquer momento, naturalmente, as coisas aconteceriam e eu acharia alguma menina pra me relacionar).
Passei em uma das melhores faculdades do país, no curso que eu queria, saí de casa pra morar sozinho e estudar, tinha tudo pra minha vida continuar as mil maravilhas, mas encontrei meu primeiro problema. O local de estudo só tinha homens e, como eu não era muito de sair, me bateu um grande desespero de continuar BV por muito tempo, já que não teria contato com mulheres... Enfim, uma depressão apareceu e fiquei quase 2 anos praticamente na rotina casa-faculdade-casa (além de minha família ter colocado quase uma babá em minha casa, pra que eu pudesse ficar mais relaxado). Foi com sobras o pior período de minha vida, em momentos de crise não conseguia comer praticamente nada, em momentos normais eu tinha que empurrar cada refeição. Voltei pra um estado de muita magreza (IMC 14,5), parei de fazer atividades físicas... minha família percebia pouco porque, além da distância, meu desempenho continuou excelente. Meus amigos de infância estavam em outras cidades e meus amigos da faculdade não pareciam notar nada (até porque já me conheceram nesse estado).
Consegui começar a superar essa situação depois de um grave problema de saúde na família. Entendi que nada do que eu sentia se justificava com tanto sofrimento que eu estava vendo daquele ente querido próximo a partir. Tanto que, depois da sua morte meus pensamentos voltaram a funcionar quase que normalmente (algumas recaídas de vez em quando) e voltei a ter aquela certeza adolescente que a qualquer momento naturalmente eu ia encontrar uma parceira.
Resumindo bastante, terminei a faculdade e comecei a trabalhar numa das maiores empresas do país, em uma cidade média do Brasil. Em pouco tempo eu assumi uma função de gestão e hoje estou quase no topo da carreira. Além disso dou palestras periodicamente para centenas de pessoas e ministro um curso noturno na área em que sou referência. Minha remuneração é o equivalente a 1 carro popular a cada 2 meses.
Ah... não possuo redes sociais
O que vou falar agora pode ficar parecendo querer me "gabar", mas é só pra enaltecer a gravidade da situação e o quanto tudo pesa em mim.
Meu modelo de gestão virou referência na empresa (e no mercado em geral), por criar uma equipe "família" (tenho muita facilidade em analisar perfis de pessoas e criar ambientes de trabalho que funcionam de maneira leve), os funcionários da empresa simplesmente me vangloriam pela forma como eu levo as coisas e resolvo as situações. Um dia desses um antigo auxiliar de serviços gerais (o qual sempre incentivei [verbalmente e financeiramente] a terminar o curso que estava fazendo) que conseguiu vaga de assistente administrativo em outra empresa veio pessoalmente me agradecer (até uma lembrança me deu, que guardo com bastante carinho) por conta dos ensinamentos que passei pra ele, que, segundo o mesmo, "foram de grande importância para o crescimento na carreira dele".
Dou palestra pra centenas de pessoas por mês, pra falar sobre a área que domino e está em ascensão em todo o mundo. As palestras tem sido um sucesso, e a plateia aumenta a cada ciclo. Sempre tive muita facilidade pra falar (e prender a atenção das pessoas) em público.
Minhas aulas noturnas também correm de maneira bastante positiva. Sempre tive prazer em ensinar e ver o aprendizado de cada estudante (principalmente os que mais tem dificuldades) me dá uma sensação de dever cumprido muito grande.
Além disso tudo sou multi-instrumentista. A música é parte de mim e sempre quis compartilhar com o máximo de pessoas possível. Dessa forma, sou um dos fundadores (e professor) de um projeto comunitário com objetivo de transformar a vida das pessoas de uma maneira efetiva.
Dito isso, volto pra o ponto do desabafo do tópico.
Completei 30 anos, sou BV e, obviamente, virgem e isso vem me destruindo a cada dia que passa. Todas as pessoas próximas a mim já tem família, ou pelo menos namoradas sérias/noivas e eu mal encostei na mão de uma mulher.
Analisando friamente (uma das minhas maiores virtudes são as autocríticas) sou um homem nota 7 de rosto (sei que nos achamos mais bonito do que o que somos, mas já descontei uns pontos, risos) e 3 de corpo. (recentemente estava melhor de corpo mas ansiedade que venho sentindo nos últimos meses vem me corroendo, e tenho total consciência que não posso por a desculpa dos meus insucessos integralmente no meu corpo)
Ninguém sabe que sou BV e meus dois amigos mais próximos sabem que sou virgem.
Mensalmente recebo a sugestão de procurar uma prostituta, mas meu EU me diz que isso seria a maior prova que sou incapaz de conseguir um primeiro beijo com uma moça que gostasse de mim de verdade (e nem sei se é recomendado beijar prostitutas, risos).
Meus amigos já tentaram me "armar" com conhecidas em festas, mas nas duas vezes que isso aconteceu notei que as moças não queriam e nem tentei forçar a barra. Acabei saindo das situações muito pior do que antes, sentindo a rejeição na pele mais uma vez. Sabe aquela facilidade pra falar em público? Isso desaparece integralmente em contatos sociais diretos com muitas pessoas do sexo feminino (principalmente em festas, que nunca gostei e hoje em dia mal vou, a não ser as do trabalho ou quando faço parte da banda). Na verdade ir em festas no geral me cansa MUITO, vou uma vez por ano, depois de muita insistência dos amigos, porque sei que vou ficar lá 5-6h com cara de paisagem, sem despertar o interesse de nenhuma mulher random por conta de não conseguir ter a mínima postura e não ter um corpo tão legal pra gerar interesse numa numa festa.
Tenho total convicção que, se eu fosse uma mulher, jamais pegaria um cara inibido como eu num ambiente de festa, eu simplesmente me reduzo a um pedacinho de nada, sei que isso é muito por conta da baixa autoestima devido ao meu corpo e às rejeições femininas que sofri na adolescência.
Minha rotina hoje em dia se resume basicamente a:
Trabalhar de segunda à sexta o dia todo (e noite), tento ler algo pra relaxar;
Sexta à noite (pelo menos a cada 15 dias) saio com meus amigos (e suas esposas) pra um barzinho;
Sábado trabalho mais um pouco, assisto futebol e vou dar aula de música para o pessoal no projeto;
Domingo passo o dia feliz com minha família, à noite vou à missa pra relaxar um pouco o espírito e me preparar para a semana.
Sinto um pouco de tristeza principalmente ao escrever que passo o "domingo feliz" com minha família, com um toque de desdém. Porque realmente tinha tudo pra ser algo perfeito, mas meu EU interno já passa cada minuto, em cada uma dessas atividades, pensando no quanto de vida eu perdi por chegar aos 30 anos sem ter me relacionado com uma mulher e saber que esse tempo não volta atrás nunca.
Saber que jamais vou ter uma namoradinha aos 15 anos, conhecer aos poucos e sem maiores pressões como um relacionamento funciona. Ir de mãos dadas ao shopping, assistir um filme, trocar palavras, olhares... Cada vez que penso nisso parece que uma parte de mim fica pra trás, não consigo exprimir com palavras o vazio que isso me faz sentir.
O estopim para que eu resolvesse desabafar e (com fé em Deus) procurar ajuda profissional foi o seguinte:
A empresa é composta majoritariamente por homens e mulheres de mais idade, mas possui algumas estagiárias e o pessoal sempre me fala na resenha (não sei até que ponto é resenha [na verdade eu sei que não é resenha]) que elas fazem de tudo pra se envolverem comigo (lembra aquela história de que sou bom pra traçar perfis de pessoas e montar equipes? Pois é, quando o assunto é relacionamento com mulheres eu não sei interpretar os sinais mais básicos). Obviamente eu jamais me envolveria com uma estagiária (até mesmo uma ex-estagiária), por razões profissionais, mas já recebi muitos "convites" via Whatsapp, que acabo levando na brincadeira pra não queimar minha reputação.
Enfim, recentemente chegou o ponto que resolvi que meu psicológico era mais importante do que meu medo de "me queimar" e comecei a conversar com uma estagiária (10 anos mais nova e de família humilde[claro que não ligo pra isso, só estou dizendo aqui pra que você me ajudem a interpretar a situação depois]) que já estava terminando o contrato e ia ser efetivada em outra cidade. A iniciativa foi minha (e isso me fez ter ainda mais vontade de que desse certo), mas, mesmo sendo um poste, eu sempre notei a forma que ela me olhava, sorria e nas conversas que tivemos nossas ideias se batiam muito, além de ela me atrair fisicamente e ser bastante inteligente.
Começamos a conversar diariamente via Whatsapp (evitávamos contato pessoal por conta do ambiente da empresa). Pouco antes do contrato dela acabar surgiu o momento e falamos mutuamente do que sentíamos, dos problemas que isso podia trazer pra vida profissional, mas acabamos concordando que valeria a pena tentar algo. Um tempo depois resolvi chamá-la pra sair e ela aceitou, mas veio com uma conversa que não era pra eu criar expectativas e que ela "não era fácil" (com outras palavras mas em resumo era isso). Confesso que achei meio estranho, há pouco tempo havíamos nos aberto um para o outro, mas não entendo nada de mulheres mesmo, então vamos seguir a história.
Tive o primeiro encontro da minha vida (sim, aos 30 anos, repito) levei ela pra jantar em um local que não fosse o mais caro da cidade (pensei que ela se sentiria mais confortável caso pudesse pagar o que havia consumido, se desejasse).
Saí de casa bastante nervoso, mas seguindo à risca tudo que os tutoriais on-line tinham me ensinado. Asseado, perfumado, bem vestido (como se eu já não vivesse assim...) e tentando o máximo possível ser simplesmente eu.
Chegamos ao local (um pouco preocupados que algum conhecido nos visse), mas a coisa fluiu tão naturalmente que, aos poucos o nervosismo foi passando. Aproveitamos o momento "livres" e conversamos sobre muita coisa ao longo de quase 3 horas (sem nenhuma forçação de barra, a coisa realmente acontecia de maneira espontânea), falamos um pouco sobre nossas vidas, nossos anseios, falamos mal das pessoas das mesas vizinhas... isso tudo com intensas trocas de olhares. Chegou um ponto que tomei coragem, segurei na mão dela e, pasmem, ela deixou. Fiquei ali de mãos dadas com ela (foi uma das melhores sensações que já tive na vida), trocando carícias e conversando por mais alguns minutos, quando decidi que era hora de sair e tentar algo.
Como já disse, antes do encontro eu estava muito nervoso, mas depois de todo aquele tempo com ela eu percebi que as coisas realmente iam acontecer de forma bastante natural.
Saí do restaurante abraçado com ela, fomos em direção ao carro (estava num local isolado), fiquei de frente com ela, falei 2 palavras e fui em direção ao meu primeiro beijo.
Ela simplesmente se virou e disse "na-não" (foi mais em forma de ruído de negação, mas achei melhor escrever assim), nesse momento não entendi mais nada (teria interpretado algum sinal de forma errada? Deveria insistir?).
Dei um abraço nela falei algumas palavras, tentei novamente e recebi mais uma rejeição.
Não soube o motivo (até agora não sei), mas preferi não insistir, demos um abraço demorado e levei ela pra casa, conversando sobre outras coisas.
Faz pouco tempo que isso aconteceu e ainda trocamos algumas palavras via Whatsapp. O que me deixa tranquilo é que eu pelo menos tirei a bunda da cadeira e tentei. Mas a frustração de mais uma rejeição é algo incomensurável pra mim. Não sei quando terei contato com outra mulher a esse ponto (estatisticamente eu tenho contato, com chances de dar algo, com uma mulher a cada 2 anos, e, é claro, nunca deu certo)
Com relação a esse encontro (eu queria até a opinião dos colegas redditores) eu trabalho com 3 hipóteses:
1 - Ela quer algo, mas não quis se mostrar fácil/interesseira (como as outras estagiárias que mandam mensagens diretas pra mim por Whatsapp) e está esperando outro convite meu para que possamos sair novamente e finalmente ocorra algo;
2 - Ela não quer mais nada por conta de uma das milhares de coisas que podem estar se passando na mente dela;
3 - Isso foi a prova de que meu corpo possui alguma substância não identificada, incolor, inodora e insípida, que cria uma barreira contra mulheres.
Não sei se vale a pena insistir, estou tão frustrado que não consigo ter forças pra um contato mais direto (apesar de sentir muita falta das conversas com ela);
Pra finalizar, meu desespero hoje é tão grande que penso até em fazer uma rede social (coisa que nunca tive) só pra me "amostrar" (algo que é totalmente contra meu perfil). Mostrar meus carros, minha casa na praia, minhas viagens semanais, meus momentos com os amigos, sei lá, qualquer coisa que pudesse gerar alguma curiosidade sobre mim para as mulheres.Mas aí me olho no espelho e percebo que quando chegar a esse ponto eu realmente não estarei mais sendo eu e algo de muito errado (além do que já está se passando) estará acontecendo.
TL;DR: Homem, 30 anos, família perfeita, muitos amigos (alguns verdadeiros irmãos), trabalho dos sonhos, ótima situação financeira, porém BV e virgem.
Fazendo um resumo desde a adolescência:
Comecei a aprender sobre música achando que com isso um relacionamento viria naturalmente (ao menos a música virou uma paixão real em minha vida);
Comecei a fazer academia achando que com isso um relacionamento viria naturalmente;
Comecei a cursar um dos cursos mais concorridos do Brasil achando que com isso um relacionamento viria naturalmente;
Comecei a trabalhar e hoje ganho mais do que 99% da população brasileira achando que com isso um relacionamento viria naturalmente;
E não veio. Hoje não sei mais o que buscar ou a quem recorrer... A ansiedade (ou seria depressão?) está chegando a tal ponto que me vejo totalmente refém de alguns pensamentos que me atrasam bastante. Eu não consigo, por exemplo, passar mais de 15 dias (ou ir pra um lugar distante) longe da minha família/amigos próximos. Começa a bater um desespero (tipo os que eu sentia na depressão quando tinha 20 anos) e começo a pensar que eu poderia estar ali com uma companheira, aproveitando cada segundo. Já desisti de diversas viagens para fora do Brasil por conta disso. Coisa que fazia naturalmente na adolescência.
Sinto que a cada dia a bolha vai aumentando, a ponto de começar a atrapalhar nos meus trabalhos e vida pessoal, viagens a trabalho para fora do estado estão se tornando um sofrimento (as consequências de todos meus medos recaem sobre meu sistema digestivo), acordo à noite desesperado com medo do dia de amanhã, comecei a procrastinar algumas coisas e perder o tesão em diversas situações de prazer do dia a dia (não consigo mais jogar videogame por achar que isso me torna ainda mais virgem e inútil. A própria masturbação se tornou um momento de tristeza. Tocar piano, violino, violão, etc sozinho muitas vezes só me traz dor).
Cada elogio que recebo na empresa, palestras, aulas, crianças no projeto de música, família, amigos, parece aumentar o vazio que sinto.
Gostaria de simplesmente arrumar uma companheira e viver a vida a dois, viajar, compartilhar momentos, beijar, quem sabe, caso a coisa desse certo, ter filhos, criar uma família...

De qualquer forma, me sinto um pouco mais leve por ter passado 2 horas escrevendo e tendo exprimido todos esses sentimentos pela primeira vez (pra o lado de fora de minha cabeça).
Estou pensando em procurar um psicólogo (creio que já devia ter feito isso desde a minha primeira depressão lá nos 20 anos). Como garantir que eu, sendo uma figura conhecida na cidade não terei todas as minhas histórias íntimas divulgadas (sei que psicólogo é uma profissão muito séria, peço até desculpas de antemão caso essa pergunta ofenda alguém, mas uma pessoa má intencionada poderia destruir toda minha reputação externalizando minha intimidade). Na verdade a pergunta é "como escolher um psicólogo?". Caso não dê certo é normal trocar de psicólogo?
Obrigado a todos pela atenção.
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2019.10.24 23:20 divacaps Divacaps Experiência?【Vale Apena Comprar?】

Se você veio até esse post, significa que está procurando algo para deixar sua pele perfeita. mas adiante vou falar do Divacaps, um colágeno que está fazendo toda a diferença. Para se ter uma ideia, ele é 10 vezes mais potente do que já existe no mercado.
>>> QUERO COMPRAR DIVACAPS <<<
Toda mulher sonha em ter uma pele lisinha, sem pés de galinha e sem rugas, macia, mais jovem e um corpo escultural, correto? Com minha esposa não é diferente. No mínimo uma vez por semana ela está fazendo algum tipo de tratamento estético, seja na pele do rosto ou no corpo.
Pensando na estética, grande parte das pessoas acreditam que a maneira mais fácil de ter uma pele perfeita é através de cirurgias plásticas e tratamentos caros.
Porém, engana-se quem pensa assim, e na sequência revelar o por que. Mas já vou deixar uma pista… Divacaps… Conhece? Já ouviu falar nesse produto? Saiba tudo sobre esse colágeno que está revolucionando a beleza das mulheres, deixando-as com a pele dos sonhos.
Como relatei anteriormente, minha esposa sempre se preocupou com a questão estética, e investiu altos valores em produtos que prometiam uma pele perfeita, mas, era apenas propaganda.
Ela até cogitou fazer uma cirurgia para corrigir algumas linha de expressão no rosto. Entretanto, acabou desistindo devido ao alto valor. Todavia, não desistiu dos cosméticos. Apesar de usar diversos cremes para se livrar das rugas no rosto, nenhum deles deu um resultado satisfatório.
Após várias tentativas para ter uma pele mais jovem, uma amiga lhe apresentou o Divacaps, um colágeno capaz de rejuvenescer em pouco tempo, eliminando as celulites, estrias, pés de galinha, reduzindo o bigode chinês, combatendo a flacidez dos seios e muito mais.

Por isso, te convido a descobrir o que é o Divacaps e como ele realça a sua beleza, te deixando mais jovem e com a auto estima lá em cima.
Com a idade, o corpo passa a produzir menor quantidade de colágeno (geralmente dos 30 anos aos 50 anos de idade). A estrutura então da pele começa a perder integridade. Surgimento de rugas e fraqueza na cartilagem das juntas são notadas.
As mulheres, na maioria dos casos presenciam uma grande redução na síntese de colágeno depois da menopausa. Depois dos sessenta anos, um grande declínio na produção do colágeno é absolutamente normal.

O Que é o Divacaps?

O Divacaps é um poderoso suplemento alimentar em cápsulas à base de Colágeno Hidrolisado Verisol. Além disso, contém Vitaminas A, C, Biotina, Selênio, Zinco e Magnésio.
Esse produto, ajuda a melhorar o aspecto da sua pele, fazendo as correções necessárias das imperfeições da sua cútis, que podem surgir tanto no rosto quanto na barriga.
Se você fazer o uso correto do produto, conforme o indicado, os resultados serão notados nas primeiras semanas, através de uma pele mais firme, lisinha e bonita. Com esse produto, seu organismo também vai ficar regulado, pois o Divacaps fornece o colágeno necessário para o corpo.

Benefícios de Divacaps

Os benefícios do Divacaps são diversos, porém alguns se destacam. Confira!

Como Usar Divacaps?

Divacaps é vendido em potes com 60 cápsulas cada um. Para fazer o uso do Divacaps, é necessário seguir as orientações da bula, que acompanham o produto**.** Recomenda-se consumir duas vezes ao dia, ingerindo uma cápsula pela manhã e outra a noite, sempre acompanhada de líquido.
Obs.: Nunca ingira mais cápsulas do que o recomendado, pois o consumo em excesso pode causar alterações no corpo.
Além do consumo regular, é necessário fazer uma série de exercícios físicos, além de apostar em uma alimentação saudável e no consumo de bastante água.
O Divacaps é recomendado para para mulheres acima de 19 anos. Deve ser conservado em uma temperatura entre 15° e 30°, ao abrigo da luz e com a umidade relativa do ar entre 35% e 65%.
Após aberto, deve-se consumir em até 60 dias, sempre respeitando a data de validade do produto. Ao fazer a aquisição, a embalagem deve estar lacrada. Em caso de violação, não utilize o produto e entre em contato com o fornecedor.
Contraindicações: Este suplemento não tem contraindicação e nem efeitos colaterais. Apenas as gestantes devem consultar um médico antes de fazer o uso.

Onde Comprar Divacaps

Para ter resultado e tomar um verdadeiro Divacaps, compre pelo site oficial! No site oficial você terá garantia que o produto vai chegar em suas mãos é original.
Não aceite imitações, nem produtos similares ou vendidos por revendedores em grupos de facebook, OLX, Mercado Livre, entre outras plataformas.
Meu conselho é: faça uma compra segura e com ótimos preços, pois somente no site oficial tem garantia e ofertas exclusivas. Sem falar da segurança de que o produto é totalmente original!
Nunca aceite produtos similares e nem de “segunda mão”, caso contrário, você não terá garantia do que está tomando. Por isso, compre sempre o produto original no site oficial, com isso, você saberá 100% que está ingerindo o produto correto.

Formas de Pagamento

O sistema de pagamento seguro e prático. É aceito diversas bandeiras de cartão de crédito – com a possibilidade de parcelar em até 12 vezes – e também o pagamento pode ser feito em boleto bancário.
Outra vantagem de comprar pelo site oficial são as “ofertas relâmpago”, os bônus e os descontos que a empresa faz com frequência para seus clientes.
A página de pagamento é totalmente certificada, segura e seus dados e senhas são mantidos em sigilo. Seus dados são criptografados e o pagamento é realizado pela maior plataforma de produtos digitais do Brasil.
Então, basta preencher os dados solicitados pela plataforma, escolher a forma de pagamento e aguardar o produto chegar em sua casa. De acordo com o site, o prazo de entrega é de 3 a 10 dias úteis, mas, isso pode mudar dependendo do local onde você mora, pois, a empresa entrega em todo o Brasil.

E a Garantia? Tem?


Antes de tudo, gostaria de frisar que o Divacaps é um produto autorizado para comercialização em todo território nacional através do anexo I da RDC 240/2018 da Anvisa. AFE do MS 6.02234-1. Isso já indica uma garantia para que você possa adquirir com segurança.
Mas o que mais chamou a atenção da minha esposa ao adquirir esse produto, foi a garantia. É diferente de tudo o que existe no mercado.
Como o fabricante confia 100% em seu produto, eles fazem da seguinte maneira: Você faz a compra no site oficia, faz o pagamento, recebe o produto em sua casa e usa por 30 dias.
Se durante esse tempo, por algum motivo você não ficar satisfeita com os resultados, é só pedir o reembolso de todo valor investido que eles devolvem seu dinheiro na hora, sem fazer nenhum questionamento.
Isso prova que a empresa em seu produto e nos resultados que ele oferece para os clientes, deixando-os confiantes na hora de fazer a compra e também com os resultados.

Diferença Entre o Divacaps e os Outros Colágenos

O Divacaps contém colágeno do tipo VERISOL®, e já vem na forma hidrolisada, por essa razão, ele é totalmente absorvido pelo organismo. Isso garante a reconstrução da sua pele com máxima eficiência.
Além disso, é enriquecido com vitaminas A ,C, Biotina e minerais como o zinco e magnésio, que complementam e potencializam os efeitos do colágeno. Dentre as vitaminas, em relação ao que existe no mercado, o Divacaps é mais consistente.

Composição do Divacaps


Saiba mais sobre as vitaminas e minerais que compõem o suplemento:

Colágeno Hidrolisado

É uma proteína de grande quantidade em nosso organismo. Em nossa pele, o Colágeno contribui para a formação do sistema fibroso, chamado fibroblasto, fazendo com que novas células cresçam.
Por isso, o ele tem participação direta na reposição e restauração das células mortas da pele, além de manter as células sempre ativas, evitando o envelhecimento precoce.
Sendo assim, o Colágeno Hidrosilado é o carro chefe na construção dos ligamentos, pele e músculos. Ou seja, essa proteína é a responsável por providenciar toda estrutura, fortalecer a pele e elasticidade.

Colágeno Hidrolisado Verisol

O Colágeno Hidrolisado Verisol auxilia na hidratação e aumento da elasticidade da pele, combatendo a formação de rugas. É o único que contém Peptídeos Bioativos de Colágeno.
Ele foi desenvolvido especialmente para ter uma absorção completa pelo organismo. Com isso, atua nas camadas mais profundas da pele, agindo de dentro para fora, mantendo a saúde e beleza da pele.

Magnésio

É um mineral essencial para a vida, cujo sua função principal é auxiliar no metabolismo de carboidratos, eletrólitos, proteínas e lipídios, através da ativação das enzimas.
Com isso, o magnésio é necessário para todas as principais atividades biológicas, inclusive no metabolismo da glicose e também na produção de energia celular.
Além disso, o magnésio é fundamental para:
– Os Ossos: Pois age na regulamentação de entrada e saída de cálcio. com isso, ele controla o metabolismo do cálcio e mantém a homeostase sanguínea, além da adequação da formação da matriz óssea.
– Controla a Pressão Arterial: O magnésio ajuda a manter a pressão arterial equilibrada e combate a hipertensão. Isso acontece pelo fato de ele ser um concorrente do cálcio natural e modular o tônus vascular da pressão e fluxo sanguíneo.
– Evita o Acúmulo de Gorduras e Diabete: O magnésio atua reduzindo a resistência à insulina e otimiza a ação das enzimas que agem no metabolismo de gorduras e glicose. Com isso, ajuda também no controle da diabetes
– Proporciona Bem-Estar: Ele é um mineral fundamental na formação de serotonina neurotransmissora, que é a responsável pela sensação de bem-estar. Por isso, contribui para o alívio e prevenção do estresse.
– Alivia os Sintomas da Menopausa: Alguns sintomas da menopausa estão associados à falta de magnésio no organismo. Isto ocorre porque a ausência desse mineral altera a ativação da vitamina D, que está agregada com a ação e modulação e hormônios, tais como o estrogênio, que pode sofrer alterações e ocasionar os sintomas da menopausa.

Biotina

A biotina é também conhecida como vitamina B7 e vitamina H. Ela é hidrossolúvel, ou seja, possível de ser dissolvida em água, e é produzida pelas bactérias presentes no intestino, obtida através da alimentação.
Pelo fato de estar associada às vitaminas do complexo B, a biotina está relacionada ao metabolismo das gorduras, proteínas e carboidratos. Ela é fundamental para manter a saúde dos cabelos, da pele e das unhas, além de absorver os nutrientes corretamente.
– Cabelo: A falta de biotina no organismo pode provocar a queda de cabelo e também o enfraquecimento dos fios. Muitos especialistas apontam que a biotina está relacionada diretamente com a produção de queratina, proteína que integra o cabelo.
– Pele: A biotina auxilia no metabolismo de proteínas, gorduras e carboidratos. Por meio desta ação, melhora consideravelmente a saúde da pele. A falta de biotina faz com que a pele fique escamosa, seca e também apresenta vermelhidão em torno do nariz e da boca.
– Unhas: A ausência de biotina enfraquece as unhas. Segundo especialistas, isso ocorre pelo fato de o nutriente estar diretamente ligado na produção de queratina, que assim como nos cabelos, compõe as unhas.
– Absorção Dos Nutrientes: Juntamente com as demais vitaminas do complexo B, a biotina colabora com o metabolismo de proteínas, carboidratos de gorduras, fazendo com que o corpo absorva os nutrientes da maneira correta.
Além dos problemas já citados que a falta da biotina ocasiona ao organismo, em muitos casos, a ausência dessa vitamina também provoca dermatite, conjuntivite, dores musculares e também o aumento da glicemia.
Viu a importância desses minerais e vitaminas para o organismo? Por isso, o Divacaps contém em sua fórmula todos esses elementos para te ajudar a cuidar da saúde.

Depoimentos

Em uma rápida pesquisa na internet, é possível encontrar centenas de pessoas dando seu depoimento, demonstrando e comprovando os resultados do Divacaps.
Acho que nem preciso falar muito não é mesmo? Olhem todos os benefícios que cada componente oferece ao seu organismo e tire suas próprias conclusões.
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2019.09.13 17:49 gcbraun Mudando de país e de carreira depois dos 30: a minha experiência...

Recomendaram que fizesse esse post por aqui:

Nasci no Rio de Janeiro, em uma família de classe média alta, no início da década de 80. Após frequentar bons colégios, me formei em Direito em meados dos anos 2000. Tinha uma ótima vida: morava a poucos metros da na praia de Ipanema, tinha uma renda bem acima da média e era produtivo na minha vida pessoal e profissional.
Ainda assim, desde que comecei a viajar sozinho pelo mundo, a volta para o Brasil sempre me inquietava.
A falta de civilidade das pessoas e a cultura do carioca médio de buscar vantagens em tudo sempre me incomodou.
O relativo sucesso profissional, por outro lado, encobria parcialmente a realidade de que nunca me senti realizado como advogado. Desde pequeno sempre fui fascinado pelo mundo da tecnologia, mas por questões de tradição familiar, optei pelo bacharelado em Direito.
O Ano era 2013, a economia brasileira crescia ao ritmo de 3.0% ao ano, o convite para me tornar sócio do meu então escritório tinha chegado, havia enfim feito uma grande reforma no meu apartamento, comprado um carro novo de excelente padrão e estava namorando uma menina do mais alto garbo.
Não obstante, a inquietude permanecia.
Obviamente jogar tudo para o alto de uma vez só seria loucura, mas naquele mesmo ano tomei uma opção que deixou muitos familiares e amigos totalmente confusos: ingressei em uma nova faculdade para cursar Análise e Desenvolvimento de Sistemas.
Em 2015, pouco antes da explosão da crise brasileira, já com a graduação tecnológica finalizada, tomei a decisão que faltava para o turning-point da minha vida se completar: pedi demissão, vendi meus bens e parti rumo ao continente Europeu.
Depois de um ano de estudo em tempo integral do idioma local, veio o convite para ingressar como terceirizado em uma grande multinacional alemã na área de TI. Entrei ganhando pouco, em um segmento no qual ainda não possuía qualquer experiência e falando um idioma com o qual não estava totalmente familiarizado.
Em 2018, um ano e meio depois, recebi o convite de efetivação e hoje colho os seguintes resultados da minha escolha:
Em suma: sair da sua zona de conforto não foi um mero clichê no meu caso. Com muito planejamento e algum esforço consegui me re-inventar completamente depois dos 30. Espero que este relato inspire alguém a fazer o mesmo!
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2019.09.13 08:16 gcbraun Mudando de país e de carreira depois dos 30: a minha experiência...

Nasci no Rio de Janeiro, em uma família de classe média alta, no início da década de 80. Após frequentar bons colégios, me formei em Direito em meados dos anos 2000. Tinha uma ótima vida: morava a poucos metros da na praia de Ipanema, tinha uma renda bem acima da média e era produtivo na minha vida pessoal e profissional.
Ainda assim, desde que comecei a viajar sozinho pelo mundo, a volta para o Brasil sempre me inquietava.
A falta de civilidade das pessoas e a cultura do carioca médio de buscar vantagens em tudo sempre me incomodou.
O relativo sucesso profissional, por outro lado, encobria parcialmente a realidade de que nunca me senti realizado como advogado. Desde pequeno sempre fui fascinado pelo mundo da tecnologia, mas por questões de tradição familiar, optei pelo bacharelado em Direito.
O Ano era 2013, a economia brasileira crescia ao ritmo de 3.0% ao ano, o convite para me tornar sócio do meu então escritório tinha chegado, havia enfim feito uma grande reforma no meu apartamento, comprado um carro novo de excelente padrão e estava namorando uma menina do mais alto garbo.
Não obstante, a inquietude permanecia.
Obviamente jogar tudo para o alto de uma vez só seria loucura, mas naquele mesmo ano tomei uma opção que deixou muitos familiares e amigos totalmente confusos: ingressei em uma nova faculdade para cursar Análise e Desenvolvimento de Sistemas.
Em 2015, pouco antes da explosão da crise brasileira, já com a graduação tecnológica finalizada, tomei a decisão que faltava para o turning-point da minha vida se completar: pedi demissão, vendi meus bens e parti rumo ao continente Europeu.
Depois de um ano de estudo em tempo integral do idioma local, veio o convite para ingressar como terceirizado em uma grande multinacional alemã na área de TI. Entrei ganhando pouco, em um segmento no qual ainda não possuía qualquer experiência e falando um idioma com o qual não estava totalmente familiarizado.
Em 2018, um ano e meio depois, recebi o convite de efetivação e hoje colho os seguintes resultados da minha escolha:

Em suma: sair da sua zona de conforto não foi um mero clichê no meu caso. Com muito planejamento e algum esforço consegui me re-inventar completamente depois dos 30. Espero que este relato inspire alguém a fazer o mesmo!
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2019.08.31 08:49 taish Minha experiência com SRS, parte 3: o primeiro mês de recuperação

Essa é a parte 3 de ?, sem periodicidade definida. A parte 2, sobre a cirurgia e o dias no hospital está aqui. A parte 1 vem em seguida.
Este, como qualquer relato, se refere à minha experiência, com o meu cirurgião, nas minhas circunstâncias de saúde, anatomia, etc, e não é de nenhuma forma uma narrativa universal.
Passa voando! Céus. Completei um mês de cirurgia na quinta passada, e já vou fechando a quinta semana de recuperação. Vai indo tudo bem! Antes da operação, tinha muita preocupação sobre tudo que podia acontecer, as dúvidas que teria, os fluidos e sangramentos e etc. Sorte ou o que for, vai sendo tudo muito dentro dos conformes, talvez exceto uma parte. Também ajudou que tive várias consultas nas primeiras semanas, que me tranquilizaram e serviram pra tirar dúvidas. Mas vamos cronologicamente. A constar: o cirurgião exige que se fique ~3 semanas na cidade onde foi realizado o procedimento; acabei ficando 25 dias. Achei bastante bom, sabe. Ficar longe de casa, fazer tudo diferente, entrar meio na vibe férias (ainda que eu tenha começado a trabalhar remoto quando me senti mais firmezinha). Aluguei um BnB espaçoso pra dar conforto pra mim e minha mãe, e valeu cada centavo o investimento.
Depois de passar 5 dias no hospital, fui pra casa no fim de semana. QUE diferença. O hospital foi super ok em diversos níveis mas nada como estar num lugar confortável. Ir pra uma cama de casal grande melhorou minha qualidade de vida em muitos mil porcentos. Pude dormir! Esticar as pernas na cama! Aaah. Minha mãe esteve me acompanhando a ainda tive uma tia querida como bônus help por vários dias. Nos primeiros dias basicamente não saí da cama; só caminhadinhas curtas, pra esticar as pernas e ir ao banheiro esvaziar a bolsa da sonda. Nessas alturas meu eu preguiçoso tava achando a função ótima, prático não ter que ir ao banheiro seguido naquele estado de mobilidade precária — lembrando que é preciso caminhar a meios passos e de pernas bem abertas. Tivemos de ficar de olho, a cama era baixa e seguido o catéter não funcionava, mas demos jeitinhos. (Uma noite em especial ele parou de receber o xixi, acordei com a bexiga cheia. Bastou ficar em pé pra descer tudo e ENCHER a bolsa e mais 1/3. Quase divertido. Eu não sentia nada, só no visual mesmo.) Alimentação era ainda líquidos pastosos. No dia seguinte meu intestino funcionou, alegrias gerais (porque é sinal de que tá tudo bem nessa parte). Tava razoavelmente tensa com a expectativa desse momento mas foi tranqs (não pode fazer força, tem que deixar rolar ao natural). Aliás, sentar no vaso sanitário é (e continua sendo) uma glória, porque é o único momento onde dá pra sentar mesmo, normalmente, de boas, já que a parte operada fica 'em suspenso'. De resto, só sentando na "ponta" da bunda, o que é péssimo porque não dá pra apoiar o peso do corpo, e a gente desliza e fica meio deitada. Nesses dias comecei a rotina de limpar os pontos 3x ao dia. Muita, muita compressa se usa: água oxigenada, depois iodo, depois seca bem; de boas. Segui com zero dor, apesar de que claro, às vezes ao tocar tava tudo meio sensível, mas um incômodo intermitente suportável. No dia seguinte encarei um banho. Delícia, apesar de estar meio nervosa de ficar tanto tempo em pé; mas foi tudo bem. No outro dia ousei lavar o cabelo, rapidinho, sem muita invenção. ESSE SIM foi o alívio. Uma semana sem lavar e eu tava me sentindo mais suja por causa do cabelo do que o corpo. Haha.
Na terça tive a primeira consulta pós-operatória. Fomos de Uber até a clínica. Uma função: ir no banco da frente, apoiada/'sentada' no cóccix, banco reclinado, basicamente deitada e tentando manter as pernas mais abertas possíveis. Cena se repetiria várias vezes (e ainda, mas agora faço a função no banco de trás mesmo). Chato, mas bora. (Motoristas mega pacientes e atenciosos em Floripa, agradeci.) Sala de espera preferi ficar em pé, segurando minha bolsa de xixi, bem bela e natural. Encontrei uma menina que fez a cirurgia no dia seguinte depois de mim. Trocamos as mesmas impressões: inferno de não dormir no hospital, mas as duas surpresas por não sentir nenhuma dor. Ela havia desmaiado num dos dias em casa, no entanto, e tava meio assustada de se movimentar. Eu não passei por nada parecido, por sorte. Consulta em si: limpezas de praxe, e remoção do catéter. Medinho define, mas não chegou a ser dor; uma sensação de queimação e de estar, ahem, me mijando perna abaixo. Mas durou uns cinco segundos. (Foi meio sem aviso e eu sobressaltada com o ardor súbito perguntei sem articular direito "Uh, tem alguma coisa acontecendo?", e o cirurgião meio "Duh, tô tirando a sonda".) Conversinhas e, como meu intestino tava funcionando, fui liberada pra comer quase normal, evitando lactose (pode dar diarréia com os antibióticos, e ter que levantar correndo nem pensar), coisas difíceis de digerir e cortando carne pequeninho; muitos hoorays. Orientação de comer muita proteína, me passaram umas vitaminas também, e um remédio pra evitar ardência na uretra, mas que na real nunca cheguei a sentir. Pra ir embora pra casa, só depois de fazer xixi, pra confirmar que tava tudo certo. Desci de volta pra sala de espera, tomei uns seis copos d'água, esperei uns minutinhos e me fui ao banheiro. Sentei e nem demorou, já desceu um xixi meio tímido, ardidinho só no começo pela retirada da sonda. Me botei a chorar emocionada no banheiro da clínica, óbvio. Chegando em casa fiz outro xixizão, bem feliz. É legal pra caramba fazer xixi sem disforia! Chato é a bagunça: como a uretra tá no meio dos lábios inchadões, é um spray que molha bunda, coxa, tudo que tiver no caminho — tem que cuidar e ver se não tá saindo pra fora do vaso, inclusive. Lencinho íntimo umedecido pra limpar é um must. Também é divertido descobrir que muda a sensação de bexiga cheia; aquela coisa meio aperto na uretra agora é "dentro", mais atrás, e não mais na ponta de um treco. E é menos forte e agressiva, apesar de certamente fazer pressão e não restar dúvida do tenho que ir. Descobertas. Comemorei 12 dias sem me alimentar como gente pedindo um hamburguer com batata rústica. Finalmente mastigar outra vez: mui bueno.
Os dias seguintes foram de começar a ficar mais móvel, já que ter que levantar pra ir ao banheiro tipo cada 3 horas. Mas sem muita agitação também. Sair e voltar da cama que é chato, todo um arrastar as costas, depois o púbis, e assim vai indo pra ponta da cama, baixa uma perna, gira o corpo pra ficar na transversal da cama, baixa a outra, desliza até apoiar o cóccix pra sentar, aí levantar... ai, demora. Mas, né. Processos. Umas dorzinhas aleatórias aumentaram de frequência; vem tipo uma pontada e aaaaAAAAA e passa. É normal da cicatrização e os nervos se reconectando. Ás vezes é um choque. (Exatamente como se fosse um choque. É mais susto que dor. E bom sinal. Haha.) Sexta tive nova consulta; aulinha e primeira dilatação, e fui liberada pra comer normalmente. Sempre tirar várias dúvidas, fazer perguntas etc. Chegando em casa de volta, fiz a primeira sessão de dilatação, sem muitos percalços; narrei esse evento aqui. Fui liberada pra lavar a vagina no banho — sem ducha, só por fora mesmo. EMOÇÃO. Mais choro. Até então não estava tocando a área no banho; passar os dedos e sentir o contorno certo é, bah. Tive várias sensações loucamente boas desde a cirurgia, essa foi uma delas.
A partir daí, os dias começam a ficar mais rotineiros. Já tava craque de limpar os pontos. A partir do terceiro dia já não via mais pontinhos de sangue no dilatador, o que me deixou bem feliz. Transição pro dilatador 4 foi bem de boas; um tantinho de desconforto no começo ao passar pela musculatura, mas nada muito extra. Também me sentindo mais segura nas manobras de levantar e deitar, e já dando passeinhos pela casa, indo pra sacada tomar sol. Liguei pra um salão que tinha bem pertinho e chamei uma manicure pra me fazer as mãos a domicílio. No meio da segunda semana passei a habitar o sofá da sala, e logo a equilibrar o notebook na barriga pra fazer coisas da faculdade e, na segunda seguinte, começar a trabalhar. Tive consulta na quinta, liberada pra ficar mais tempo em pé, comecei a lavar louça, arrumar minha cama, dispensar um pouco minha mãe de ficar na minha volta, porque olha, paparico é bom mas chega uma hora que URGH fazer as coisas por mim mesma alôooou. Nesse ponto a vibe é mais descanso que qualquer outra coisa, tava me sentindo bem e forte, e também mais confiante -- no começo a gente fica super insegura de qualquer coisa, fazer esforço, se mexer errado, mas aos poucos vai ganhando terreno.
Se por um lado o descanso é bom e absolutamente necessário, é também a parte complicada desses dias. Apesar de ter feito a cirurgia mais simbólica, ia sentindo minha feminilidade escorrer de mim, passando o tempo na horizontal, presa em casa de moletom largão, andando de perna aberta, vazando fluidos, tendo que comer deitada, sendo inútil. E sem poder pensar em sexo (literalmente, não pode nem pensar; todo um lado de sensualidade e fantasia que tem que ficar desligado. Não que eu tivesse que segurar lá muita vontade, tipo, nenhum desejo de me tocar, por exemplo -- que nem posso, e nem tenho onde, porque o clitóris ainda tá escondido atrás dos grandes lábios inchados. Mas a sensação de liberdade, de conquista, de desejo de ir pra vida, estar confortável com o corpo, tudo isso é sensual, excitante — e a sensação de sangue afluindo ao local, ainda que eu não permita a excitação se estabelecer, é inconfundível. Daí tem que pensar nas avós mortas pra cortar embalinho.). Sei que foi me crescendo uma ansiedade, vontade de ir pro mundo, estar pronta, e ir percebendo que olha, vai levar um tempinho pra isso acontecer. Ter que esperar 20 dias pra poder voltar a tomar hormônios também não ajudou; eu tava subindo pelas paredes, já. Então tem que ter em mente que esses dias cobram um preço; apesar de estar me sentindo bem, o corpo tá passando por processos internos bem significativos, e isso também mexe no equilíbrio da gente. E apesar dos momentos de emoção que narrei, me impressionou que o sentimento maior é de normalidade. Pra mim tem sido muito corrigir o que tava errado, e chegar no zero; ficar sem disforia genital é, pqp, incrível, mas no geral é só conceitualmente incrível; no dia a dia, não é eufórico, simplesmente não é nada. A naturalidade tem sido espantosa. Tô ali dilatando com uma mão, com a outra no celular lendo reddit, como se nada tivesse acontecendo. Tipo meeeeeeu, tu tá colocando coisas dentro da tua vagina! REALIZA o que isso significa, o quanto tu suou, chorou e sonhou pra chegar até aqui. Mas na real tem sido isso, conquistar a normalidade. E é maravilhoso mas é engraçado, não que eu esperasse viver eufórica, mas não sei, talvez com o desejo todo, a coisa se pintasse meio assim em algum nível menos consciente. Não tô nem um pouco desapontada; talvez surpresa em como, muito muito rapidamente, ter uma vagina ficou absolutamente normal. Se eu olho pra trás, até o hospital, nunca não foi normal. Teoria do mapa neurológico proprioceptivo do corpo correto em pessoas trans: boto fé e assino embaixo.
Depois de 25 dias, voltei pra casa. Bem mal-ajeitada na cadeira durante o vôo, mas pelo menos foi rapidinho. Aqui, nada de muito diferente de lá; agora mais dos dias deitada diante do meu computador, num arranjo de cadeira e gavetas pra fazer uma quase-cama péssima, mas pelo menos eu consigo usar meu desktop (odeio notebook, nosssssa, ficar semanas usando touchpad quase acabou comigo). A partir da 3a semana, liberada pra um esquema tipo 2 horas de atividade em pé, 2 horas deitada; acaba não sendo bem isso, mas dá uma ideia de equilíbrio das coisas. Na quinta, exatamente um mês, e uma semana atrasada, finalmente consegui passar pro dilatador 5; o monstro (3,1 x 13,2; ainda tem um ogro n° 6 de 4 x 15) entrava no canal razoavelmente de boas, mas passar pela musculatura, no way (e eu meio medrosa de forçar). Na quinta meio que entendi a manha; empurra 1 ou 2cm, espera passar o desconforto, volta, empurra mais uns centímetros, espera, repete. Demorei uma vida, mas aí finalmente consegui colocar por completo, comemoraçãozinha. Hoje já foi um pouco mais rápido, então tô sacando como vai ser essa adaptação, e tô mais confiante. Sexta que vem tenho consulta de 6 semanas (menos 3 dias, mas ok), e em seguida volto ao trabalho. Ainda não vou estar liberada pra andasentar que nem gente, acho que só aos 3 meses; inchaço ainda é significativo, embora a diferença seja bem perceptível. Pontos vão caindo/sumindo, vou percebendo melhor minha cicatriz (que é diferente, aliás; ao invés do "V" usual, é uma só, linha reta por uns 4 dedos acima da vagina). Vem sendo esse mistão de sensações: tem horas que é insuportável não poder me mexer direito nem sentaaaaar, e ter que andar feito caubói, e eu não me aguento de ansiedade de querer estar pronta pra fazer tudo que quero fazer; outras horas é a paciência e o ok, as coisas estão indo bem, segura o tchan; e outras que bate a euforiazinha por um motivo ou outro. Essa semana saí com uma legging cinza e me olhar no espelho foi completa magia — nunca consegui usar legging antes da cirurgia porque não me sentia confiante, mesmo com tuck no máximo. Dessa vez me preocupei se tinha algo aparecendo demais no meio das pernas, mas era finalmente a preocupação certa. Outra legal foi, deitada na minha cama, onde tem memórias de uma vida inteira, simplesmente colocar a mão no púbis e... não sentir nada ali; a ausência da coisa errada. Espasmos e risinhos literalmente inevitáveis de euforia, o cérebro ali registrando a sensação nova e certa. É mesmo tipo isso: um mix de normal e ansioso com delicinhas salpicadas. Mesmo quando tá normal/ansioso dá pra acionar a parte boa, é só pensar conscientemente como eu estou, genitalmente. Vem o sorriso inescapável e a satisfação. Claro, quero mais: tá faltando muito, ainda, pra estar normal, e nem me conheço por completo ainda. Mas cada dia, cada semana, vou ficando mais próxima. Não vejo a hora!
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2019.02.18 01:44 danziko Uma mocinha chamada Tiffany

sexta feira quase madrugada depressão pós punheta começo a repensar na minha vida pai médico, mãe empresária, celular de ultima geração... 21 anos e se masturbando por falta de uma buceta para comer vou pra sacada da minha casa e acendo um cigarro decido descer e andar na rua eu nasci nesse bairro, mas ninguém me conhece nem me dá bom dia quando saio foda-se, se me assaltarem to no lucro viro a esquina e tem uma mocinha branquinha fumando maconha passo um tanto distante para não assustar a moça e ela acena pra mim não entendo porra nenhuma ela me pergunta se sou da área digo que estou passando as férias na casa de uma tia não vou ficar explicando minha vida pra ninguém né ela pergunta meu nome e eu demoro um tanto pra responder porque estava pensando em algum nome comum Enzo ela pergunta se era gabriel eu digo que não, só enzo ela diz ok ela pergunta se quero dar um trago na maconha dela eu tenho medo de usar drogas ilícitas e ser preso mas aceito pra não ficar com cara de cabaço na frente da ninfetinha pego aquela porra e dou uma tragada tão forte que quase queimo meu dedo na ponta do baseado ela ela fala: vai com calma bebe ai eu rio meio sem graça dai ela me perguntou o que eu estava fazendo na rua aquela hora fiz de conta que não dei a foda pra pergunta e não respondi ai ela perguntou se eu estava afim de fazer umas doideiras sexuais fiquei assustado pra porra pq caralho fui sorteado???? ai eu dei uma de dificil e disse que dependia ai ela disse que a casa dos pais dela estava vazia e ela queria transar, porém, queria dinheiro por isso eu tinha 200 dinheiros na carteira eu tava meio brizado e aceitei de boa chegamos no local e estava rolando um som só tinha galerinha negrosa na porra da "casa vazia" pensei assalto, sequestro ou estupro no branquinho novinho um presto gritou "tiffanny onde vc tava filha da puta?" pensei fodeu ela responde "fui buscar meu namorado" meu cu travou menos, mas achei estranho e fiz de conta q tava td de boa me vem dois macacos e ficam falando "hmmmmm então vc q é o namorado novo da princesinha" faço cara de puto e falo "sim, tiffany é minha mulher" os macaco perdem os lados e ficam rindo da minha cara zero fodas, vou transar ela me leva pro quarto dela ja tinha 3 pessoas transando na cama dela ? porém 3 moças transando paudureço dps descubro q eram 3 moças da nova geração enfim, nunca fui preconceituoso cada um na sua ela vem no meu ouvido e pergunta "bebe, tem alguma problema a gente dividir a cama com as moças?" digo q não, sou macho, macho n liga em dividir cama ela da um beijinho melado na minha boquinha e eu fiquei piradasso ela sem me pedir abaixa minha calça e mama oh gluglub pensa num bomquete profissa ejaculei pau permanece intacto e duro as moças da nova era admiraram e falaram "nossa q pipiu bonito o do branquinho, arrasou amiga" fico levemente vermelho e bato a benga na cara da tif tif me joga na cama e fala "ainda bem q ainda ta duro, meu popozinho ta doido pra sentar nesse picão" pensem num cu guloso, minha rola sumiu as meninas pararam de foder e ficaram ao nosso redor ai q começa a ficar mais louca a situação quando percebi q tif tava quicando mais lentamente, notei q uma das moças estava fazendo oral na tif até ai td bem mas a boca da moça n estava colada na virilha dela ou seja, era um boquetão 3:45 da madrugada e percebo q to profitando uma trapzinha branquinha 10/10 caralho to meio decepcionado, porém excitado foda-se ela vira de frente meio com carinha de preocupada pq vi a benga falo: agora só continua sentando e foda-se ela da um sorrisinho e pula feito uma britadeira na minha benga caralho, gozei dnv e ainda to duro abrem a porta vem um gordinho, codenome Juninho penis de pequeno porte altamente alcoolizado nossa q suruba bonita de ve vo fica de longe pq tenho medo de trolha eu rio do gordin e sento a vara no travecão os outros traveco perguntam se tbm podem brincar a parada ja tava mt doida msm, nem liguei falei bls mas qd me dei por conta tinha um penis bicolor e torto passando pela minha boca pqp virei viado foda-se to bebado, sem conehcidos so vamo de repente arrumaram uma peruca pra mim, tinha uma bonequinha sentando no meu colo, uma bonequinha me enrabando e uma me fazendo engasgar com um pinto bicolor e torto o gordinho juninho começou a se masturbar com uma camera na mão ja era ele disse ser produtror porno na msm noite fumei meu primeiro sehloro jeregiuerejhonson, comi uma trap, dei o cu, fiz um glub glub numa pica bicolor e virei ator porno e agora q vem a pior parte, mas eu to mt cansado e vou continuar amanhã continuar....
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2019.01.11 10:06 jecagado Sou funcionário público, fiz uma mãe chorar de felicidade por ter resolvido o problema dela e acho que ganhei o melhor presente de aniversário.

Trabalho na área administrativa da educação estadual, um órgão alocado em algumas cidades por todo o estado, mas responsável pelos demais municípios que pertencem a sua área de abrangência. Faço aniversário hoje, 11/01, 19 anos.
O local pode ser considerado um ninho de cobras, todos tem cobra, tanto meninos quanto meninas, vários funcionários ganhando perto de R$ 100 mil e não se aposentam, outros ganhando próximo disso e não cumprindo horário, enfim, diversas alucinações que podem tirar do sério qualquer pessoa em sã consciência.
Semana passada essa mãe veio buscar ajuda para comprovar que é uma mulher de pau, pois o mesmo conseguiu passar em uma prova do caldeirão do hulk para trabalhar como travette. Além disso, o sonho da garota de 17 anos é ser mod do /brasil.
No momento em que desligo o telefone e falo para a mãe "prontinho, o fulano já está na sala, a senhora pode pegar a comprovação de você é uma mãe com pau." Ela não se aguentou e veio ao choro, dizendo que era um alívio grande ter resolvido a situação enquanto as lágrimas escorriam.
Ela ficou sem palavras dizendo que não sabia como me agradecer, pediu se poderia me dar um abraço em forma de agradecimento e que eu não fazia ideia do que estava fazendo por ela. Quase chorei junto com a mãe.
Acho que ganhei o melhor presente de aniversário: O cu de quem tá lendo!!!

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2018.10.04 04:38 gatoetc Industrialização e Urbanização (portfólio mod4, pt.4)

Industrialização e Urbanização

Entre os séculos XV e XVII, cerca de 80% de toda a população europeia vivia no campo. Até o final do século XVIII esse número se manteve com poucas variações: de cada 100 habitantes da Europa, cerca de 85 viviam no campo ou em pequenos povoados. Essas mulheres, homens e crianças trabalhavam como agricultores, criadores de animais ou artesãos, produzindo alimentos, móveis, roupas, objetos e quase tudo de que precisavam. Geralmente, produziam em pequenas quantidades e vendiam ou trocavam o que não consumiam.
Além do mundo rural, havia as cidades, em geral, pequenas ou médias. Em 1801, apenas 23 cidades europeias ultrapassavam os 100 mil habitantes – em 1900, esse número ampliou-se para 135. Nas cidades, desenvolvia-se o comércio, as manufaturas e a administração pública. Com a industrialização, esse cenário modificou-se imensamente.
Devido à 1ª Revolução Industrial, a Grã-Bretanha tornou-se a maior potência mundial e sua capital, Londres, a cidade mais importante do Ocidente. Ela era considerada referência da civilização europeia e, ao mesmo tempo, recebia produtos e pessoas de todas as regiões do planeta.
A zona rural inglesa passou por um lento processo de transformação caracterizado pela extinção das pequenas propriedades e pela concentração rural. As terras passaram a ser cercadas para a criação de carneiros, resultando na redução da área agrícola e na expulsão dos camponeses que migraram para as cidades em busca de trabalho (êxodo rural). No século XVIII, novas técnicas agrícolas passaram a ser desenvolvidas, com a introdução de máquinas (novos arados, grades para aplainar a terra, debulhadoras e ceifadeiras mecânicas), permitindo o crescimento da produção agrícola.
Devido à crescente industrialização do campo e da cidade, a população inglesa aumentou rapidamente saltando de 6,5 milhões de pessoas em 1750, para 16,3 milhões em 1800 e 27,5 milhões em 1851 (No mundo também houve um expressivo aumento demográfico: em 1830, a população mundial atingiu a marca de 1 bilhão e, na virada do século XIX para o XX, chegou a 2 bilhões). As cidades eram o local onde o número de habitantes mais crescia, devido ao êxodo rural, sendo que o afluxo de pessoas era bem superior ao esperado. Por volta de 1850, Londres tinha uma população de aproximadamente 2,5 milhões de pessoas e o governo precisava investir em infraestrutura, como transportes, saneamento e moradias.
A maioria da população vivia em áreas distantes, os subúrbios. As moradias dos trabalhadores eram modestas, escuras e mal ventiladas e, muitas vezes, recebiam as fuligens das fábricas. Famílias mais numerosas tinham que compartilhar ambientes pequenos e desconfortáveis. As moradias não tinham banheiro e não havia sistema de coleta de esgoto, sendo que as fezes e a urina eram depositadas em baldes e penicos que depois eram esvaziados na rua, onde se juntava ao lixo – que podia se acumular a metros de altura. O lixo decomposto infectava o solo e a água, além de atrair um grande número de pulgas, percevejos, baratas, ratos, moscas e mosquitos. Isso provocava a propagação de epidemias como cólera, varíola, difteria e tuberculose – problemas para os quais a medicina ainda não tinha resposta.
Nas áreas centrais da cidade, onde habitavam os mais ricos, as casas eram maiores, arejadas e iluminadas, as avenidas eram largas, servidas por coleta de lixo, bombeiros e policiamento e, pouco a pouco, também por iluminação pública e por linhas de bondes. Mesmo com os problemas decorrentes da urbanização acelerada, a cidade tinha seus encantos. As inovações tecnológicas – como a iluminação a gás e depois a eletricidade – possibilitavam um novo estilo de vida. As pessoas podiam caminhar à noite e prolongar seus momentos de lazer.
O triunfo dos valores burgueses

A industrialização trouxe consigo o crescimento em quantidade e importância de trabalhadores qualificados, como engenheiros, administradores, comerciantes e vendedores especializados, formando um grupo social intermediário, a classe média.
Havia muitas diferenças econômicas entre um industrial, um profissional liberal e um pequeno comerciante; mesmo assim, eles possuíam alguns valores comuns. Uma das ideias compartilhadas era a crença de que o progresso econômico dependia do esforço individual.
Contudo, para os proprietários de indústrias e bancos, o princípio fundamental era o da liberdade econômica. Segundo eles, o progresso só seria atingido se houvesse liberdade para os investimentos, sem privilégios para os aristocratas nem a interferência do Estado. Já para a classe média, que vivia a instabilidade dos processos econômicos, a defesa de seus interesses políticos pressupunha a garantia da propriedade privada e da liberdade econômica. Por isso, lutava por uma participação maior nas decisões políticas, por exemplo, pela ampliação da base eleitoral.

A emergência da classe média

A classe média se beneficiou do progresso econômico que veio com a industrialização. O grupo passou então a valorizar a dedicação ao trabalho como forma de realização pessoal e os estudos como maneira de ascender socialmente. Aqueles que pertenciam à classe média procuravam imitar a forma de vida dos mais ricos, nas construções de suas moradias, nos hábitos culturais, na aquisição de produtos que ofereciam conforto ou representavam distinção social.
Por fazer parte da burguesia, a classe média convivia com o desafio de poder enriquecer e ascender socialmente; mas os riscos de má administração dos recursos e de empobrecimento também existiam. Uma das diferenças do mundo burguês em relação ao mundo aristocrático do período anterior ao das revoluções é exatamente esta: o nobre poderia não ser endinheirado, mas possuía um estável prestígio político e social; os burgueses, alicerçados na liberdade e nos esforços individuais, até poderiam progredir e mudar de patamar social, mas não tinham garantia de permanecer nele.

O trabalho feminino e infantil

Embora a Revolução Industrial não tenha inventado o trabalho feminino e infantil, as mudanças econômicas decorrentes do período industrial alteraram suas condições. As mulheres e crianças mais pobres trabalhavam nas fábricas ou nas minas, indo cada vez mais distantes de suas casas, cumprindo uma disciplina severa com horários prolongados e controlados de forma rígida e em situações insalubres. As mulheres com melhor instrução e condição social, mas que não eram ricas, trabalhavam em escritórios e no comércio.
O trabalho feminino e infantil passou a ser essencial para o orçamento familiar, em vista dos salários miseráveis recebidos para garantir a submissão dos trabalhadores ao novo sistema fabril de produção. Mulheres casadas e com filhos precisavam conciliar o trabalho doméstico e o cuidado das crianças com a profissão. As jovens solteiras também ajudavam no orçamento familiar e nas tarefas da casa.
Com o desenvolvimento acelerado das tecnologias, exigia-se cada vez mais a qualificação dos trabalhadores. As mulheres da classe média corresponderam rapidamente a essa demanda por mais estudos. A presença cada vez maior de meninas nas escolas transformou o magistério, abrindo essa carreira às mulheres.

A luta feminina por direitos

Essa inserção no mercado de trabalho, porém, não veio acompanhada de conquistas sociais. O salário pago aos homens era bem maior do que o recebido pelas mulheres (em média, 60% maior para os homens). Além disso, elas continuavam sem direitos como o de votar.
Sob influência dos princípios de igualdade liberais e socialistas, os movimentos feministas ganharam vulto nos países industrializados. Refutavam os argumentos que justificavam a inferioridade feminina e lutavam pelo princípio de igualdade entre homens e mulheres.
A primeira reivindicação das mulheres foi o direito ao voto. Muito influente na Inglaterra e nos Estados Unidos, a causa feminina ganhou apoio naquelas sociedades e, no início do século XX, atingiu outras áreas da Europa e do restante do mundo.
A população mundial quase duplicou no século XIX, saltando de 900 milhões para 1,6 bilhão de habitantes. O desenvolvimento da produção industrial, o aperfeiçoamento das técnicas agrícolas e a introdução de novos meios de transporte contribuíram para fornecer alimento, trabalho e novas condições de vida para milhões de pessoas. Ao mesmo tempo, o avanço da ciência e da medicina melhoraram os padrões de saúde pública, reduzindo as taxas de mortalidade e ampliando a expectativa de vida.
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2018.01.21 19:24 canibal80 UMA MOCINHA CHAMADA TIFFANY

sexta feira quase madrugada depressão pós punheta começo a repensar na minha vida pai médico, mãe empresária, celular de ultima geração... 21 anos e se masturbando por falta de uma buceta para comer vou pra sacada da minha casa e acendo um cigarro decido descer e andar na rua eu nasci nesse bairro, mas ninguém me conhece nem me dá bom dia quando saio foda-se, se me assaltarem to no lucro viro a esquina e tem uma mocinha branquinha fumando maconha passo um tanto distante para não assustar a moça e ela acena pra mim não entendo porra nenhuma ela me pergunta se sou da área digo que estou passando as férias na casa de uma tia não vou ficar explicando minha vida pra ninguém né ela pergunta meu nome e eu demoro um tanto pra responder porque estava pensando em algum nome comum Enzo ela pergunta se era gabriel eu digo que não, só enzo ela diz ok ela pergunta se quero dar um trago na maconha dela eu tenho medo de usar drogas ilícitas e ser preso mas aceito pra não ficar com cara de cabaço na frente da ninfetinha pego aquela porra e dou uma tragada tão forte que quase queimo meu dedo na ponta do baseado ela ela fala: vai com calma bebe ai eu rio meio sem graça dai ela me perguntou o que eu estava fazendo na rua aquela hora fiz de conta que não dei a foda pra pergunta e não respondi ai ela perguntou se eu estava afim de fazer umas doideiras sexuais fiquei assustado pra porra pq caralho fui sorteado???? ai eu dei uma de dificil e disse que dependia ai ela disse que a casa dos pais dela estava vazia e ela queria transar, porém, queria dinheiro por isso eu tinha 200 dinheiros na carteira eu tava meio brizado e aceitei de boa chegamos no local e estava rolando um som só tinha galerinha negrosa na porra da "casa vazia" pensei assalto, sequestro ou estupro no branquinho novinho um presto gritou "tiffanny onde vc tava filha da puta?" pensei fodeu ela responde "fui buscar meu namorado" meu cu travou menos, mas achei estranho e fiz de conta q tava td de boa me vem dois macacos e ficam falando "hmmmmm então vc q é o namorado novo da princesinha" faço cara de puto e falo "sim, tiffany é minha mulher" os macaco perdem os lados e ficam rindo da minha cara zero fodas, vou transar ela me leva pro quarto dela ja tinha 3 pessoas transando na cama dela ? porém 3 moças transando paudureço dps descubro q eram 3 moças da nova geração enfim, nunca fui preconceituoso cada um na sua ela vem no meu ouvido e pergunta "bebe, tem alguma problema a gente dividir a cama com as moças?" digo q não, sou macho, macho n liga em dividir cama ela da um beijinho melado na minha boquinha e eu fiquei piradasso ela sem me pedir abaixa minha calça e mama oh gluglub pensa num bomquete profissa ejaculei pau permanece intacto e duro as moças da nova era admiraram e falaram "nossa q pipiu bonito o do branquinho, arrasou amiga" fico levemente vermelho e bato a benga na cara da tif tif me joga na cama e fala "ainda bem q ainda ta duro, meu popozinho ta doido pra sentar nesse picão" pensem num cu guloso, minha rola sumiu as meninas pararam de foder e ficaram ao nosso redor ai q começa a ficar mais louca a situação quando percebi q tif tava quicando mais lentamente, notei q uma das moças estava fazendo oral na tif até ai td bem mas a boca da moça n estava colada na virilha dela ou seja, era um boquetão 3:45 da madrugada e percebo q to profitando uma trapzinha branquinha 10/10 caralho to meio decepcionado, porém excitado foda-se ela vira de frente meio com carinha de preocupada pq vi a benga falo: agora só continua sentando e foda-se ela da um sorrisinho e pula feito uma britadeira na minha benga caralho, gozei dnv e ainda to duro abrem a porta vem um gordinho, codenome Juninho penis de pequeno porte altamente alcoolizado nossa q suruba bonita de ve vo fica de longe pq tenho medo de trolha eu rio do gordin e sento a vara no travecão os outros traveco perguntam se tbm podem brincar a parada ja tava mt doida msm, nem liguei falei bls mas qd me dei por conta tinha um penis bicolor e torto passando pela minha boca pqp virei viado foda-se to bebado, sem conehcidos so vamo de repente arrumaram uma peruca pra mim, tinha uma bonequinha sentando no meu colo, uma bonequinha me enrabando e uma me fazendo engasgar com um pinto bicolor e torto o gordinho juninho começou a se masturbar com uma camera na mão ja era ele disse ser produtror porno na msm noite fumei meu primeiro sehloro jeregiuerejhonson, comi uma trap, dei o cu, fiz um glub glub numa pica bicolor e virei ator porno e agora q vem a pior parte, mas eu to mt cansado e vou continuar amanhã continuar....
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